Dormir sem calcinha faz bem a saúde

Tirando a calcinha

Dormir de calcinha pode implicar complicações de saúde.

Bactérias prosperam em ambientes úmidos e quentes, especialmente em mulheres propensas a infecções vaginais.
A vagina vai ter mais ventilação, aumentando a sua capacidade de permanecer seca e reduzir a probabilidade de infecção fúngica.

É o que afirmam especialistas que apontam os benefícios de dormir sem calcinha: além de permitir que essas regiões, as quais permanecem cobertas no decorrer do dia, respirem; os lençóis atuam como uma camada protetora, e são capazes de evitar possíveis infecções.

A falta de arejamento favorece a proliferação de bactérias que não toleram oxigênio.
E a causa é muito simples: quando transpiramos durante noite, as bactérias presentes na nossa região vaginal se tornam mais potentes.

Não é que dormir sem calcinha seja obrigatório, mas melhora a circulação e ajuda a arejar a área, além de diminuir corrimentos e o excesso de suor em quem sofre com esses problemas.
Se a região ficar muito abafada, tende a ocorrer um acúmulo de secreções, o que desequilibra a flora vaginal.
Daí, corre-se o risco de algum micro-organismo crescer além da conta e causar chateações.

Sem tirar a calcinha

Agora, se a mulher acha desconfortável abrir mão da lingerie, sem crise.
Basta priorizar uma peça de tecidos porosos.
O sempre citado algodão? Pode até ser.

À noite, uma calcinha bem folgada de renda traz mais vantagens do que uma apertada de algodão.
O pijama é outro item importante.
Vestir camisolas ou calças e shorts amplos é até mais importante do que usar ou não calcinha.

Em relação aos protetores diários – absorventes usados fora do período menstrual -, não há conversa.
São contraindicados porque dificultam a circulação de ar nas partes intimas.

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