A inspiração é ponto de partida para colocar os seus pensamentos e ideias em prática.
Uma ideia inspiradora surge de várias maneiras e cada pessoa é inspirada por alguma motivação específica.
Muitas vezes o desejo de contribuir com as pessoas, com o desenvolvimento da sociedade, serve de fonte inspiradora para um empreendedor decidir começar um negócio e a compreender a descoberta de uma oportunidade real.

Quanto maior o número de premissas realistas levantadas nesta etapa, menos riscos aparecem.
É um momento de buscar inspiração em outros modelos de negócios e conhecer a trilha que muitos empreendedores percorreram, tendo a consciência que experiências podem ser bem ou malsucedidas.
A linha entre o fracasso e o sucesso é muito tênue.

Para que os empresários possam “tocar” seus negócios se veem praticamente obrigados a recorrer ao conhecido “Capital de Giro” oferecido pelas instituições financeiras; bancos esses que exigem as maiores taxas de juros do mundo e que praticamente não existe concorrência entre eles, haja vista a quantidade pífia no Brasil. Essa forma de cobrança tributária, aliada às altas alíquotas dos impostos, incidência em cascata dos tributos, bitributação etc., aliada à ardilosa condição que os bancos oferecem aos seus “clientes” faz com que o dia a dia dos empresários seja uma verdadeira aventura.

Deixando de lado o amadorismo e o empirismo, devemos entender que um desejo para ser tornar real, precisa de uma boa dose de realidade.
O mundo de Alice fica para a ficção.
O mundo corporativo não tolera ilusões. Ideias vitoriosas precisam ter consistência e persistência, delineando qual a melhor estratégia para se atingir o objetivo final.
Se prestarmos atenção, perceberemos que os exemplos que nos rodeiam fazem diferença, pois sempre há pessoas e empresas que nos inspiram durante nossas vidas.

No Brasil, além de termos uma carga excessiva de tributos que oneram demais o consumo, seja ele de bens ou serviços, a forma como somos cobrados, exigidos e fiscalizados é muito desleal (para não dizer cruel).
Aqui, diferentemente dos demais países do mundo, além de tributarmos o lucro, somos tributados também pelo faturamento; ou seja, sobre o que você vende, seja bens ou serviços. Também tributamos nossas despesas, como é o caso da folha de salários!

Cada vez mais o governo investe em tecnologia para fiscalizar as atividades empresariais.
Com isso, atualmente é muito difícil viver na informalidade empresarial. Isso porque com os mecanismos criados pelo governo, até mesmo o poder/dever estatal de fiscalização, foram “terceirizados” aos empresários e consumidores que; ora são obrigados a exigir certidões negativas de seus fornecedores (por exemplo, para comprar seus produtos e serviços, sob pena de ser acusado de “cúmplice tributário” em caso de não recolhimento dos tributos daquela operação); ora, pedem o “CFP na nota fiscal” para receberem migalhas de valores como “retorno”. Dessa forma, fica muito difícil trabalhar sem estar formalizado, pois a sistemática comercial te impede e com isso os custos empresariais aumentam — e muito.