Planejamento financeiro empresarial

Planejamento financeiro empresarial

Com um planejamento bem realizado, temos a oportunidade de identificar receitas que precisamos captar, despesas que podem ser reduzidas e quanto poderemos retirar de lucro ao final do período.

1- Faça previsões para o ciclo operacional da empresa

A falta de capital de giro deixa a maioria das empresas iniciantes com o caixa no vermelho.
E mesmo lucrando, podem ser obrigadas a fechar por falta de recursos para pagar despesas e continuar investindo.
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Por isso o ciclo operacional – processo que envolve desde a fabricação até o recebimento de um produto ou de um serviço – deve ser conhecido e calculado. Estipule o valor necessário para cobrir as contas de cada etapa desse processo (compra, estoque, produção, venda e recebimento) enquanto o dinheiro das vendas não entra.
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2- Negocie com fornecedores

A melhor estratégia para segurar o dinheiro no caixa é negociar prazos maiores com os fornecedores.
E assim evitar que o caixa fique com pouco recurso, enquanto não recebe os valores das vendas.
É importante buscar variedade de fornecedores para poder barganhar prazos.

3 – Previna-se: juros altos comem lucros

Se você não calculou seu ciclo operacional e não negociou com os fornecedores, provavelmente vai precisar de um empréstimo para pagar os funcionários, os tributos e reabastecer o estoque. E a penitência é grande: crédito liberado rapidamente para cobrir despesas de curto prazo costuma ter taxa de juros proibitiva, de cerca de 5% mensais – em casos extremos, beira os 10% ao mês.
Uma opção para pagar menos juros é oferecer como garantia ao banco os pagamentos que ainda entrarão no caixa – e, assim, recebe-los antecipadamente. O problema é que, mais adiante, não poderá contar com essa quantia.
As emergências do dia a dia devem ser cobertas pelo capital guardado pelos sócios especialmente para esse fim.
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4 – Não confunda o caixa da pessoa física com o da jurídica

Falta grave. Quem mistura as duas contas não consegue visualizar os resultados da empresa, nem fazer o balanço correto para saber se está dando lucro ou não. O patrimônio da empresa tem autonomia e não deve se confundir com o dos sócios, o que pode causar problemas na declaração de Impostos de Renda.
O melhor a se fazer é definir um pró-labore para os sócios, ou seja, qual é o valor que cada um pode tirar por mês como remuneração por seu trabalho, e usar apenas essa quantia para cobrir despesas pessoais.

5 – Descubra o preço ideal para o seu produto ou serviço

Nada de ficar com inveja do preço praticado pela concorrência. O cálculo do preço de um produto ou serviço é feito com base em muitas variáveis, como custo de produção, expectativa de lucro, pró-labore dos sócios, aluguel e comissões por vendas. Adotar o mesmo valor pode não gerar o lucro necessário.
Nesse caso será preciso rever o plano de negócios e descobrir o que pode mudar no processo de produção e venda, para não ficar com o preço ideal muito acima do de mercado. Outro cuidado para as empresas novatas é não vender com muito prazo. O melhor é atrair o cliente com desconto no pagamento à vista. É melhor sacrificar a margem de lucro, não o caixa.
Especialistas recomendam que a empresa só estique o prazo quando atingir seu ponto de equilíbrio (a quantia que entrar no caixa se igualar à das saídas).
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6- Estoque em pequenos lotes

Os empresários mais otimistas adoram ter um estoque robusto, pronto para atender a uma escalada rápida de vendas. Mas o ideal é ter um estoque que gire, para que o capital investido não fique parado.
Faça uma projeção comercial realista e calcule corretamente o giro de vendas e o prazo médio de estocagem, para que os insumos não fiquem muito tempo armazenados. Com esse objetivo em mente, é preciso fazer acordos com fornecedores de confiança, que entreguem pequenos lotes em pouco tempo, para não parar a produção, nem as vendas.

7 – Não pare de medir o retorno sobre o investimento

O empreendedor não pode se contentar com o lucro inicial da empresa. Deve continuar a pensar em estratégias para tornar sua operação mais rentável no ano seguinte.
O empresário deve ficar de olho em indicadores como o retorno sobre investimento (ROI), – divida o lucro pelo capital usado para abrir a empresa – o fluxo de caixa e a margem de lucro de cada produto. Só assim saberá se a empresa é eficiente e se vale a pena investir no negócio economias que poderiam render mais, se fossem aplicadas de outra maneira.
Se o negócio der menos retorno do que outras aplicações do mercado, colocar mais dinheiro na empresa não será vantajoso.

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